
BTG Pactual | Research & News
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Minuto FII
* O que é cap rate e o que ele indica
* Cuidados para evitar conclusões equivocadas
* Indicadores que complementam a análise
* Diferenças de cap rate entre segmentos imobiliários
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Assista agora:
https://youtube.com/shorts/8FIKGYcvWGg
*BTG | Análise Técnica*
Swing Trade - 15 de junho de 2026
As novas recomendações de compra com base em análise técnica de curto prazo são TEND3 e ALPA4.
TEND 3 segue em tendência de alta no médio prazo e voltou a chamar atenção após retomar o movimento comprador nas últimas semanas.
ALPA 4 começa a chamar atenção pela melhora gradual da estrutura técnica no curto prazo.
Confira o relatório completo:
https://l.btgpactual.com/4oA5Gko
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Panorama técnico
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A tendência de longo e médio prazo do IBOV é de alta, mas o índice passou por uma correção profunda após a falha no rompimento do topo de fev-26 em 192.475 pontos. Desde então, o price action formou uma sequência de topos e fundos descendentes, caracterizando a reversão do momentum no curto prazo e o predomínio da pressão vendedora.
Confira o relatório completo:
https://l.btgpactual.com/43BbMHq
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Vale (VALE3) — Visita ao Canadá | BTG — 15/06
VBM: uma virada que o mercado ainda não precificou
O BTG participou do Investor Tour da Vale em Voisey's Bay e Long Harbour, no Canadá, e saiu com visão mais construtiva sobre a unidade de metais básicos (VBM). Com EBITDA projetado de aproximadamente US$ 5 bilhões em 2026 e pares negociando a 7x–10x EBITDA, o BTG enxerga oportunidade de criação de valor que pode se aproximar do valor de mercado atual da Vale — uma vez incorporado o crescimento. A mensagem central da visita foi que as melhorias operacionais são estruturais, não cíclicas: custos totais do cobre caíram ~70% desde 2023 e o AISC do níquel ~30% no mesmo período, mesmo em ambiente operacional inflacionário.
Níquel: de detrator a competitivo ao longo do ciclo
O AISC do níquel recuou de ~US$ 27k/t em 2023 para ~US$ 9k/t no 1T26 — compressão de quase 60% em três anos —, impulsionado pela aceleração em Voisey's Bay, pela escalada de Long Harbour para mais de 45ktpa em 2026 (com custos unitários caindo 75% a/a à medida que o feed próprio substitui concentrado de terceiros) e pelo segundo forno em Onça Puma. O guidance de produção de 175–200kt para 2026 implica crescimento de ~20% frente a 2023. O BTG avalia que a melhora é estrutural, sustentada por programa de eficiência em Sudbury com meta de ~US$ 170 milhões em ganhos até 2027 e modelo operacional descentralizado com manutenção preditiva.
Cobre: principal atrativo, ainda subapreciado
O roteiro de crescimento é claro: de 350–380kt hoje para 420–500kt até 2030 e ~700kt até 2035 (CAGR de ~6%), com pipeline predominantemente brownfield, baixa intensidade de capital (US$ 15k/t CuEq) e TIR de 25–50%+. Os custos totais tornaram-se negativos no 1T26 em –US$ 0,6k/t (líquido de subprodutos com ouro a US$ 3.500/oz). No lado da demanda, o BTG estima que a indústria precisará de mais de 10 milhões de toneladas de nova capacidade até 2035, em um mercado com lead times de projetos de ~17 anos e taxas de disrupção anuais de 4–6%. A VBM deve gerar ~US$ 1,5 bilhão de fluxo de caixa livre em 2026, contribuindo para um yield de FCL do grupo de ~9% (estimativa BTG).
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Visão BTG — Compra mantida com preço-alvo de R$ 90,00 (vs. cotação de R$ 79,20). A expansão de múltiplos da Vale é vista como questão de quando, não de se — com o mercado ainda não atribuindo ao cobre e ao níquel o valor que merecem dentro da VBM. O minério de ferro permanece o principal gerador de caixa, mas os pontos negativos da VBM estão sendo sistematicamente eliminados.
Confira o relatório completo:
https://l.btgpactual.com/44gomvP
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Acompanhamento de Tráfego em Aplicativos – Maio | BTG — 15/06
E-commerce e varejo de moda mantêm crescimento sólido
Os dados de abril e maio mostram forte expansão do tráfego entre os principais players de e-commerce, com destaque para as plataformas cross-border. Os MAUs da Shein cresceram 34% na comparação anual, seguidos por AliExpress (+27%), Mercado Livre (+17%), Amazon (+16%) e Shopee (+9%). No varejo de vestuário, os números também permaneceram positivos, com crescimento de 26% nos MAUs da Riachuelo, 10% na Renner, 26% na Zara e 6% na Hering, enquanto a C&A apresentou queda de 3%.
Beleza segue pressionada, enquanto farmácias aceleram
O segmento de higiene e beleza continua enfrentando dificuldades, com queda de 5% nos MAUs da Natura (incluindo Avon) e de 13% em O Boticário (incluindo Beleza na Web), além de retração nos downloads da maior parte dos players acompanhados. Em contraste, o setor farmacêutico manteve forte crescimento de tráfego, com expansão dos MAUs de 55% na Nissei, 39% na DPSP, 38% na Pague Menos, 27% na Raia Drogasil e 14% na Panvel.
TotalPass e Mercado Pago lideram os destaques digitais
Entre academias e agregadores, a TotalPass praticamente dobrou sua base de usuários ativos mensais, com crescimento de 94%, enquanto o Wellhub avançou 18%. Nas fintechs, o Mercado Pago foi o principal destaque, registrando alta de 22% nos MAUs e de 18% nos downloads, superando os concorrentes. O Nubank manteve a liderança em intensidade de uso, enquanto aproximadamente 65% dos usuários do Mercado Pago também utilizam o aplicativo do Nubank.
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Visão BTG: os dados de tráfego reforçam a força das plataformas de e-commerce, fintechs, farmácias e benefícios corporativos, enquanto o segmento de higiene e beleza segue apresentando desempenho mais fraco. Entre os destaques positivos do período estão Mercado Livre, Riachuelo, TotalPass e Mercado Pago, que continuaram ganhando relevância e engajamento junto aos consumidores brasileiros.
Confira o relatório completo:
https://l.btgpactual.com/4xB2ol0
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As 7 Magníficas | Atualização Semanal | BTG — 15/06
IA segue como principal vetor de crescimento das big techs
A semana foi marcada por novos investimentos em infraestrutura de inteligência artificial. A Nvidia anunciou participação na Helix Digital Infrastructure, plataforma com mais de US$ 10 bilhões destinada ao desenvolvimento de data centers com energia integrada, enquanto a Meta firmou acordo para seu primeiro data center de IA na Índia, com capacidade inicial de 168 MW. Para o BTG, os movimentos reforçam a estratégia das empresas de ampliar sua presença em toda a cadeia de valor da inteligência artificial.
Nuvem e infraestrutura continuam fortalecendo a tese de investimento
A Amazon ampliou a parceria entre a AWS e a Pinterest em um contrato de aproximadamente US$ 4 bilhões em serviços de nuvem até 2031. Segundo o BTG, o acordo reforça a capacidade da AWS de transformar a demanda por IA em receitas recorrentes de longo prazo, aumentando a visibilidade do backlog e consolidando a posição da companhia como uma das principais beneficiárias do ciclo de investimentos em inteligência artificial.
Apple e Microsoft passam por momento de execução e eficiência
A Apple apresentou a nova Siri baseada em IA durante a WWDC 2026, além do iOS 27 e atualizações para seus principais produtos, mas a ausência de um cronograma definido para lançamento da assistente gerou frustração entre investidores. Já a Microsoft prepara cortes na divisão Xbox após a nova gestão identificar baixa rentabilidade do negócio. Para o BTG, a reestruturação é racional do ponto de vista de alocação de capital, permitindo maior foco em segmentos de maior retorno, como nuvem e inteligência artificial.
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Visão BTG: a inteligência artificial continua sendo o principal tema estrutural para as Sete Magníficas. Nvidia, Amazon e Meta seguem ampliando investimentos em infraestrutura e capacidade computacional, enquanto Apple e Microsoft buscam melhorar a execução de suas estratégias em IA e elevar a eficiência operacional.
Confira o relatório completo:
https://l.btgpactual.com/4a3laXV
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Spoiler Macro | BTG — 15/06
Fed e Copom dominam a agenda da semana
O principal destaque da semana é a decisão de juros nos Estados Unidos e no Brasil. O BTG espera que o Fed mantenha a taxa entre 3,50% e 3,75%, mas adote tom mais duro, sinalizando ausência de cortes em 2026 diante da inflação persistente e da atividade resiliente. No Brasil, apesar da piora do cenário inflacionário e da resistência da atividade econômica, o cenário-base do banco continua sendo um último corte de 25 pontos-base pelo Copom, levando a Selic para 14,25%.
China desacelera enquanto Japão avança na normalização monetária Na China, os dados de maio devem reforçar uma economia dividida entre a força das exportações e da manufatura e a fraqueza do consumo das famílias, do crédito e do setor imobiliário. Já no Japão, o BTG espera que o Banco do Japão eleve a taxa de juros para 1,0%, dando continuidade ao processo gradual de normalização monetária em um ambiente de inflação mais persistente e crescimento dos salários.
Mercados reagem ao alívio geopolítico e à expectativa de juros
Na última semana, a perspectiva de cessar-fogo entre EUA e Irã favoreceu o fechamento das curvas de juros e reduziu a aversão ao risco global. O dólar perdeu força frente às principais moedas, o real se valorizou 2,1% e o petróleo Brent recuou 10,9%, refletindo a redução dos prêmios de risco geopolítico. Na renda variável, o S&P 500 avançou impulsionado pelo setor de tecnologia, enquanto o Ibovespa acompanhou o movimento positivo dos mercados internacionais.
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Visão BTG: o cenário global continua marcado por atividade econômica resiliente e inflação persistente, o que mantém os bancos centrais em postura cautelosa. No Brasil, o BTG projeta Selic em 14,25% após a reunião de junho, seguida de estabilidade até o fim de 2026.
Confira o relatório completo:
https://l.btgpactual.com/4vg2wES
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Macro Global Weekly
Saiba o que esperar para esta semana na economia global.
- Reunião do Fed
- Acordo de paz EUA-Irã
- Petróleo e inflação
Análise de Arthur Mota, economista e estrategista Macro BTG Pactual US
Morning Call BTG Pactual – 15.06
• Acordo de paz EUA-Irã
• Reabertura do estreito de Ormuz
• Israel ataca Hezbollah em Beirute
• Fed e Copom decidem juros nesta semana
https://www.youtube.com/watch?v=-BuYdEwYu8M